Na mesa de uma tasca.

Tornei-te minha, lentamente.

Por entre o fumo das nossas noites, por entre os sons das nossas músicas, seduzi tudo o que tu és e transformei-te em algo mais, à luz tépida do sol de Outono, lambida pelo vento forte que te faz dançar os cabelos.

 

Lamento imenso.

publicado por Gualter Ego às 00:00 | link do post | comentar