eu.

Mais do que me quero a mim, sinto uma vontade imensa de tentar agarrar a cara, a voz e a personalidade de um outro alguém.

Luto para encontrar um novo eu, num novo lugar; uma nova estrada, que me leve a uma nova cara.

Não sou inteiro.

Há sempre aquela mágoa de me faltar um pedaço e de não o conseguir encontrar em mim. Aquela obsessão doentia em querer ser quem nunca vou poder ser.

Os meus ossos tremem ao peso das vidas que não viverei.

publicado por Gualter Ego às 14:37 | link do post