És, mas foste ainda mais.

És, em mim, objecto de mais que nostalgia, saudade.

Foste a imagem da inocência reflectida nos nossos olhos, que brilhava quando dávamos as mãos.

 

És.

E pensar que já foste tanto mais...

publicado por Gualter Ego às 23:59 | link do post | comentar