Terça-feira, 26.04.11

Saudade.

Ó, dias de flores a desabrochar,
Trazei-me o cheiro da dama que amo,
Digam ao vento, que por ela eu chamo,
Digam-lhe, ó pássaros,
Ela não precisa de fugir,
Ela que venha dar-me a mão,
E tingir,
De escarlate coração,
Todo o resto da Primavera da minha vida.

Ela que venha,
Pois deixai-a vir,
Que meus braços a esperam,
E meus olhos desesperam,
Lacrimejantes objectos da saudade,
Que só vêem vazio quando não estás,
Ó donzela,
Minha amada,
Teu amor, minha insanidade.

Que todo um temporal se alevante,
No fatídico dia da tua régia morte,
Que o mundo se cale, daí em diante,
Por ter deixado partir a minha vida e a minha sorte.

publicado por Gualter Ego às 23:01 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Pois bem.

Se me vens, por hora, com esses olhares,
Que tornam a ira num algo palpável,

Pois bem, que te lembres,

Que num certo dia me quiseste ali,

Inadiável.

publicado por Gualter Ego às 21:28 | link do post | comentar
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