Terça-feira, 05.10.10

L'amour.

Se alguma vez te segredar o meu coração,

Direi "du fond du coeur, je t'aime",

Porque quando se ama, a voz se solta

E nada se teme.

publicado por Gualter Ego às 22:20 | link do post | comentar | ver comentários (3)

Amor clandestino

Não sou mais teu analgésico,

Não sou mais o fumo do teu cigarro.

Nem tu és mais punheta antes de dormir,

E quando te canto já não puxo o catarro.

 

Não julgues que há ódio

Dentro de mim,

Porque todo o meu amor,

Eu espalhei por aí

 

Em cada esquina um verso

Em cada rima o inverso

Se a solidão me enlouquece

E o teu corpo, tão longe, não me aquece

 

Que acabe o mundo, a vida e a fé

Que o futuro nada mais que nós ele é

Assim me matas, sem pudor

Sem sentir de ti o velho calor

 

Se nos achas proibidos,

Se me dizes corrompido

Voltemos a respirar o mesmo ar,

Entre o estar longe e o beijar

publicado por Gualter Ego às 21:53 | link do post | comentar | ver comentários (5)
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