Quinta-feira, 23.09.10

André VI

Somos do amor e da revolta, da liberdade e da filosofia. Somos, completos, alguma coisa mais que real, um no outro, utopia.

 

Somos de todo o lado, porque vamos para lado nenhum.

publicado por Gualter Ego às 23:36 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Expira.

Os dias, rodando os ponteiros do relógio, passam imaculadamente iguais aos que já se atreveram a passar sem me trazer nada de novo. Quero findar tudo o que começou em mim, que este corpo já me pesa, e vai-me puxando à terra, nos intervalos da respiração.

Inspira. Expira. Inspira. Expira. Inspira...Que acabe o mundo, a vida e a fé, que o futuro nada mais é que tu, meu amor, tornado fé, em algo, em ti, em tudo aquilo que a implicidade nos diz, no nada que me dizem os teus olhos, agora que já sou homem para te olhar na escura imensidão dos teus olhos. Olha para mim. Tu, que assim me matas, respiras o meu último suspiro, como quem bebe vinho da boca de um outro alguém, ao dar vida e morte, nos cabelos pintados a carvão.

Expira.

Fim, morri.

 

 

And suddenly, I felt nothing.  I couldn’t cry.  So, once again, I could not sleep.

publicado por Gualter Ego às 21:37 | link do post | comentar | ver comentários (4)
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