Quinta-feira, 12.08.10

À memória.

És livre, em toda a arbitrariedade que reside em ti.

Porém, és um ser absoluto, finito e perpétuo.

Usa bem essa tua liberdade, não querendo mudar o mundo, mas esforçando-te para te mudares a ti próprio.

 

Trabalha para não condenar a tua vida a um fim, quando morreres, e tenta fazer a vida dos outros transcendentemente abstracta.

Não olvides a memória, porque ela é tudo o que resta, no fim.

 

publicado por Gualter Ego às 22:49 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Alguém sabe?

publicado por Gualter Ego às 22:48 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Pequeno.

Achas-te, reduzido ao teu real tamanho, insignificante?

Crês-te pequeno e inútil, preso na gigantesca eternidade do Universo?

És minúculo, sim, mas isso não te impede de, num sonho mais optimista, mudar, em jeito de revolucionário pseudo-anarquista, o mundo.

És tão minúsculo para a humanidade, como este mosquito, que aqui voa, por cima de mim, o é para este quarto. E, mesmo assim, impede-me de adormecer.

 

publicado por Gualter Ego às 20:13 | link do post | comentar | ver comentários (7)

Meu amor.

Meu amor, que as tuas palavras mais insensatas, menos pensadas, com certeza, me linchem o coração, como facas, posso eu bem. E pode, ainda mais, este pedaço de carne, osso e olhos, que é corpo. Mas algo rasga a minha alma, nestas noites quentes e solitárias, que pedem a mistura dos suores e das salivas. É a agonia, a saudade que sinto de ti, contorcendo-me nos lençóis, procurando-te.

És vício.

E, como todo o vício, matas.

Pesam-me, agora, as pálpebras.

 

Boa noite.

publicado por Gualter Ego às 20:07 | link do post | comentar | ver comentários (1)
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