Quarta-feira, 03.03.10

É pequena, mas é demasiado grande quando não estás, a minha cama.

Vem deitar-te comigo, que eu quero acordar, amanhã de manhã, ao teu lado.

publicado por Gualter Ego às 21:36 | link do post | comentar | ver comentários (1)

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publicado por Gualter Ego às 21:35 | link do post | comentar | ver comentários (1)

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publicado por Gualter Ego às 21:33 | link do post | comentar

Joana.

Vai-te embora, fazes-me parecer normal.

publicado por Gualter Ego às 20:30 | link do post | comentar

Lixo em forma de palavras:

"Mexo-me mal e sem jeito,
Levo uma vida a direito."
 

Este veículo empoeirado, com cores boémias e garridas, leva-me a sítios onde eu não quero ir: sítios onde há pessoas.

 

Contorço-me no banco do autocarro, tentando arranjar maneira de apaziguar, tanto a dor de espírito, como a dor da carne, enquanto me tento abstrair do resto.

Aborrece-me esta monotonia, que faz completo juz ao seu nome e nem um dia se interrompe.

Um dia destes paro de respirar e descanso em paz.

publicado por Gualter Ego às 20:22 | link do post | comentar

...

Sabes o meu nome?

Diz-mo, então, que eu esqueci-me dele...

publicado por Gualter Ego às 20:20 | link do post | comentar

A minha vida parou na letra S.

O amor é insanidade, quando se faz da fronha de uma almofada, réplica da carne humana.

publicado por Gualter Ego às 20:17 | link do post | comentar | ver comentários (1)
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