Zás.

Eco de gargalhada

E conversa mal-achada,

Que a conversa que se impõe,

É tudo o que é mal, vil e ruim.

 

Deixei de pensar em mim,

Nas cores que pintam o meu andar,

Sem ter que me achar,

Mais do que aquilo que nasci.

 

Se eu não sei se nasci,

Nem sem se por ventura já morri,

Se por acaso irónico da fatalidade do destino,

Este amável canto genuíno,

Paleio de menino,

É repetido,

É mal dormido,

É tudo o que está mal, é Satanás,

Tudo o que me leva e por fim não me trás.

Zás,

Zás,

Zás.

 

Todos os meus pensamentos,

São noções de coisas más.

publicado por Gualter Ego às 04:43 | link do post | comentar