A sobriedade é pouca.

Quase que te adoro, como um deus, em minhas palavras, quando tudo o que eu sou é cobardia, e nada mais eu digo, senão aquilo que vejo na rua, nas caras e nos corações dos que passam. Eu não existo, recuso-me. Eu não resisto, entrego-me, recebes-me. O meu corpo é informal e cheira a ti. Antes, foi a morte tudo o que eu pedi, agora, só peço lume.
Tens lume, perdição?

publicado por Gualter Ego às 01:47 | link do post | comentar