Vómito repetido.

O meu mundo encheu-se de dúvida, quando te vi. Há muito que tinha perdido a vontade de falar, de escrever, de respirar, de morrer. Há muito que mentia ao mundo (ao meu corpo, até), omitindo tudo o que me diziam as lágrimas. Como te amo, aqui, assim, a toda a hora, à luz da lua, eu, ingénuo passageiro deste comboio escuro, pálido e mórbido, que cheira a mijo e a nojo, chamado vida.

publicado por Gualter Ego às 01:22 | link do post | comentar