Luzes.

Luzes, cor de âmbar, alumiam a tua carne, fonte dos meus desejos carnais mais nojentos e mais puros. Isto que me aquece o sangue, aqueceu-o a muitos outros; fogo que se balança sobre mim. Por que é que a sobriedade traz tantos dilemas, se quando assim estás, como eu, livre e apaixonado, se vê o mundo desfocadamente belo, ao ritmo dos carros que passam?

É meia-noite e tu suspiras comigo.

publicado por Gualter Ego às 00:31 | link do post | comentar