Sangue.

Ah, sangue quente, como eu gosto de te sentir escorrer pelo meu queixo, chegar ao meu peito, em toda a tua cor encarnada, deslizar pelos meus braços dormentes e pingar dos meus dedos.

Bebo-te, com prazer.

 

publicado por Gualter Ego às 02:14 | link do post | comentar