Mãe.

Penteias-me o cabelo com as tuas mãos sacrificadas.

E, nesse gesto, gostava que visses brilhar, nos meus olhos, aquela inocência que ainda há dentro de mim, por mais que cresça, por mais pedaços de mim que morram, por mais palavras que escreva.

 

Mãe, eu amo-te.

publicado por Gualter Ego às 01:49 | link do post | comentar