À memória.

És livre, em toda a arbitrariedade que reside em ti.

Porém, és um ser absoluto, finito e perpétuo.

Usa bem essa tua liberdade, não querendo mudar o mundo, mas esforçando-te para te mudares a ti próprio.

 

Trabalha para não condenar a tua vida a um fim, quando morreres, e tenta fazer a vida dos outros transcendentemente abstracta.

Não olvides a memória, porque ela é tudo o que resta, no fim.

 

publicado por Gualter Ego às 22:49 | link do post | comentar