...

Houvesse homem
Que merecesse amor
E serias tu,
Reis de reis,
Senhor do aquém
E do além
E do que não fica e
Que não é,
Em bolso roto:
Barqueiro e escriba da treva melíflua.

Podendo ter-te todo o engenho,
Renego o que tive o que tenho,
Poiso a cabeça na grama
E te leio, como quem ama.

publicado por Gualter Ego às 18:30 | link do post | comentar