Jazz. II

Sonho abstrato, és, piano.

 

Contrabaixo,  és o surrealismo da vida real que cansa. O surrealismo que me faz cair para o Universo.

 

Jazz, és quem apaga as horas e tornas a monotonia do respirar sustentável e quase dispensável o próprio acto de respirar.

publicado por Gualter Ego às 21:05 | link do post | comentar