Sangue.

Ouves os meus passos?

Os meus olhos procuram-te, inquietos, pelos cantos desta sala poeirenta. Acaba com o meu despero. Mata-te!, ou mata-me.

Amor, amor, amor!

Mata-me. Rompe-me a carne.

 

 

 

 

 

 

Sangue.

publicado por Gualter Ego às 00:46 | link do post | comentar